Curso de OsiriX e Horos · Reconstrução 3D
Nesta aula eu mostro como fazer fly-through no OsiriX, uma reconstrução 3D em que você cria um caminho (trajeto) e a câmera percorre esse caminho, gerando um vídeo excelente para apresentações. O exemplo é um caso interessante de leiomiossarcoma de membro inferior, com origem na camada muscular da veia (leiomiossarcoma venoso). No exame, há múltiplas lesões ao longo do trajeto e eu quero guiar o observador pelas áreas principais — incluindo regiões no meio do trajeto e uma relação/continuidade próxima à artéria tibial posterior. 1) Abrindo o Fly-through e ajustando a visualização Eu localizo o ícone do Fly-through e abro a ferramenta Seleciono o modo GPU (usando a placa gráfica) Ajusto brilho e contraste para visualizar: um pouco do músculo e as lesões venosas com melhor definição 2) Criando os “passos” (pontos de câmera) Com a janela do fly-through aberta, eu começo a criar as imagens-chave (keyframes): Defino a imagem inicial como o primeiro passo Rodo um pouco o volume e ajusto o zoom para focar a primeira lesão → adiciono o 2º passo Crio um 3º passo para destacar outra lesão Nesse ponto, eu ajusto brilho/contraste para melhorar a visualização Desço mais e rodo um pouco para mostrar as lesões intermediárias → mais passos Crio uma imagem final, totalizando 6 imagens/pontos no trajeto Esses pontos funcionam como “marcos” que a câmera vai atravessar no vídeo. 3) Gerando o vídeo (frames e spline) Depois de definidos os passos: Escolho 300 frames (quadros) Ativo Spline, para a câmera fazer uma transição mais suave (curva mais natural) Clico para calcular as imagens Preview (Play) O botão Play permite visualizar como o movimento vai ficar Não necessariamente em tempo real, porque ele está calculando frame a frame 4) Exportando em vídeo (QuickTime) Eu peço para exportar em QuickTime Seleciono a opção de melhor qualidade Salvo o arquivo e o OsiriX exporta o fly-through navegando o 3D conforme os passos criados 5) Dica sobre fluidez: frames por segundo No vídeo eu explico: Para sensação de movimento, pensamos em ~24 frames por segundo 300 frames dá algo em torno de 10 segundos de vídeo fluido (na ideia) Se o resultado ficar mais “lento” (com impressão de pausas), dá para deixar o vídeo um pouco mais rápido na reprodução para ficar mais natural
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